Mãe da Beatriz. Formada pelo SENAC/MG no curso de cozinheiro. Divorciada e moro com minha filha e minha mãe. Tenho uma cadela chamada Sofia e decidi reativar este blog para dividir algumas das minhas idéias e coisas que gosto, ou não, de modo geral. Por enquanto é isso... Bem vindo.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Recomeçar.
"Às vezes, nos indagamos: por que recomeçar? E o que é recomeçar? Quantos de nossos dias são vividos com a esperança de que o amanhã será melhor? A vida, na sua rotina dia-noite-dia, é um eterno reinício, um eterno recomeçar.
A cada instante há um recomeço na vida, um recomeço da confiança, de fé, em dias de alegria e realização.
Na repetição de dias e noites, pode-se encontrar a significância do recomeço. Se erramos hoje, por que não buscar o acerto no amanhã? Se ofendemos ontem, por que não pedir desculpas hoje?
Quase sempre, na corrida vida de todos nós, o tempo para reflexão tem sido adiado. Buscamos realizar tarefas e mais tarefas, sem uma estação ocasional para meditar sobre o reinício, sobre um reinício.
O reinício diário, um recomeço diário. O começo do recomeço na manhã. O recomeço da vida no clarear do dia, o recomeço da vida no Sol que se põe.
A simplicidade do existir… nela está a razão para recomeçar. Esquecer o que se passou há anos, há meses, há dias, há horas, há instantes. Por que e para que lembrar, relembrar o que perturbou a paz, o que infamou a alegria?
Os que de nós não enxergam, na rotina da vida, um recomeço, não vêem as auroras que brilham e brilharão.
Para eles, a vida não é mais que uma contagem de calendário – dias, meses, anos.
Para eles, o pôr-do-sol não revela o principiar da noite que, bela, lenta e calma, oferece o charme das estrelas, a cumplicidade da lua com o encanto do céu, seduz o sono, reconstrói a esperança, suaviza a dor.
A vida não é um acaso. O reinício não é uma circunstância. Felicidade não é um estado de espírito. Crer não é casual. Viver é recomeçar… todos os dias, pelo alvorecer da nossa compreensão, pela confiança do nosso entardecer, pela infância da brandura que todo ser humano deve ter no coração.
Recomeçar é acreditar que a vida se renova… nos nossos pensamentos e, sobretudo, nas nossas atitudes, no fazer e refazer de nossa conduta. É preciso agir, pois, não se pode, de si para si, pensar que a oportunidade de recomeçar é inexaurível, pois, a cada dia, vidas se iniciam e se findam.
Um dia… um certo dia, talvez já não se possa, nesta vida, recomeçar.
Não deixemos que o tempo passe e, com ele, a ocasião de recomeçar… um dia que podemos encher de felicidade.
Recomeçar… de um ponto… de um lugar. Recomeçar com um gesto, com uma palavra, com um abraço… O sucesso nessa empreitada depende de nós" - [ Autor Desconhecido]
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Breve reflexão do que eu penso sobre: AMOR
É querer estar perto, sentir falta quando se está longe e se
sentir feliz com simples gestos de carinho ou com algumas palavras doces.
É se sentir no lugar mais seguro do mundo, quando se está
nos braços de quem se ama e querer que o ser amado faça parte da sua vida.
É querer ver a pessoa amada feliz, e para isso fazer o que
pode para ver um sorriso estampado no rosto de quem se ama, no lugar das
lágrimas.
É desejar do fundo do coração que o amor dê certo, e querer
consertar os erros que por ventura ocorram.
É ficar feliz só de ouvir a voz, querer dar o melhor de si e
nunca brincar com os sentimentos de quem se ama.
É não querer ver lagrimas de tristeza e querer o outro
sempre bem. Apoiar nas horas difíceis, proteger e defender.
É dar valor as pequenas coisas que o ser amado faz por nós.
É ceder às vezes em prol da felicidade comum e não deixar o
ser amado com dúvidas. Demonstrar diariamente, não por obrigação, mas por puro
prazer o quanto se ama.
Sinceridade sempre. Não economizar no afeto, achando que
assim estará vulnerável.
É amar de todas as formas possíveis, e de todo o coração.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
A semeadura é livre. A colheita é obrigatória.
"Um lenhador não tinha estudo. Muito trabalhador, cortava lenha desde o raiar do dia até o sol se por, e vendia-a para uma cidade próxima, aplicando todo o dinheiro no estudo de seu filho, que queria ser médico. O tempo foi passando. O jovem conseguiu entrar na faculdade de medicina e tornou-se um grande médico, ficando famoso e muito rico. Construiu uma linda casa, casou e teve um filho. Seu pai, o lenhador, já muito velho e doente, foi morar com o filho médico. Porém, este tinha uma vida social intensa, recebia muitos amigos importantes em sua casa.
Resolveu, então, colocar seu pai no quarto do fundo, pois, como não tinha estudo e era muito simples, não deveria estar conversando com pessoas cultas. Com o passar do tempo, as mãos do lenhador, cansadas de tanto cortar lenha, já tremiam e acabavam por quebrar as louças finas do médico. Então, este mandou fazer uma gamelinha de barro para as refeições do pai e colocava-o para comer no quintal. O filho do médico gostava de fazer companhia ao avô nas horas das refeições.
Um dia, o médico foi ao encontro de seu filho, e este estava no quintal fazendo uma gamelinha de barro. Então, seu pai disse: "Para que isso, filho?" Ao que ele respondeu: "Para você comer quando ficar velho e a sua mão começar a tremer como a do vovô".
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